#passeiosfit

Hiking no Havaí: Kuliouou Ridge Trail

Estava devendo esse post há meses! Mencionei a Kuliouou Trail no post sobre a Koko Crater Stairs, mas ainda não tinha compartilhado os detalhes sobre ela por aqui. Um erro quase imperdoável, já que foi uma das trilhas mais bonitas que já fiz, de fácil acesso e rendeu boas fotos. O apaixonante nesse hiking é a sua variedade de vegetações e ambientes, que te leva da floresta de pinheiros à mata úmida sem deixar a beleza de lado em nenhum trechinho sequer.

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Se tiver chovido nos últimos dias, o início pode ser meio escorregadio, por causa da lama que se forma entre as raízes, mas nada que cause quedas ou acidentes, um pouco mais de atenção e você seguirá tranquilo – até porque a inclinação é mínima, resultante de uma subida em zigue-zague que corta a floresta em maior parte do percurso. Na verdade, a facilidade é tão grande que chega uma hora em que a caminhada torna-se enfadonha e começam a surgir pequenos atalhos de um nível para outro do zigue-zague. Sempre que achávamos um, dávamos uma analisada entre seu nível de dificuldade e o número de passos que economizaríamos.. e escolhíamos o atalho! Não era nada demais, mal chegava a 3m de altura e já estava pré-moldado por pés de outros apressadinhos. 🙂

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Viu como a vegetação aqui é diferente da foto anterior??

Localizada na área de Hawaii Kai (Oahu, Hawaii), a Kuliouou começa no fim da Kalaau Road; seguindo pela parte asfaltada, chega-se ao Valley, uma depressão entre as montanhas também bastante visitada, já o caminho do lado direito – não pavimentado – da rua te leva ao topo das montanhas, nosso destino final. É uma trilha bem definida, muito dificilmente você ficará perdido no meio do nada, mas em caso de dúvidas, basta conferir alguns passos à frente e o caminho se tornará nítido novamente.

E então, quando você já está acostumado com a facilidade, começam a aparecer algumas subidas mais íngremes e, em seguida uma super escada interminável até o topo. Os degraus são apenas algumas tábuas entre terra, lama e raízes, onde a mata já é bem aberta e o protetor solar começa a se mostrar indispensável – e é nessa parte que o cansaço vem dar um “oi”. Felizmente, junto com o suor, vem o brilho nos olhos: entre as curvas da escada, nas quais você se depara inesperadamente com mais um lance enorme de degraus, aparece um vislumbre estonteante da paisagem que te espera lá em cima, e você não vê a hora de chegar!

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Sem pressa, o hiking todo dura em torno de 4h. Num passo mais apertado, dá pra cansar na subida e chegar rapidinho na volta. São mais ou menos 8km de todo tipo de mata, folhas, aromas e paisagens, e as mudanças são tão nítidas que, para preservá-las, existe uma espécie de “tapete” para limpar o calçado entre um ecossistema e outro, evitando levar consigo sementes do anterior para o seguinte!

Ver o ambiente mudar tão radicalmente em poucos passos é um estímulo brilhante para o cérebro, um carinho para vista, e mais legal que chegar lá em cima é curtir cada pedacinho dessa trilha. Mas, claro, a vista do topo também paga qualquer esforço. Eu, particularmente, tenho muito amor por lugares altos. Ver o mundo lá de cima, além de ser lindo, te dá um pouco de consciência sobre sua própria pequenez, te impulsiona o desejo de conhecer cada vez mais daquela imensidão e traz um sentimento de paz e gratidão pela vida inestimáveis.

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O “tapetinho”

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Como aventureiros prevenidos que somos kkkk, levamos conosco bastante água e um lanchinho, essencial para renovar as energias e descer a trilha toda em pouco mais de 1h! A verdade é que paramos MUITO durante a subida para tirar 1001 fotos, então na volta estávamos cansados e tudo que queríamos era voltar à civilização (banho, comida e cama, não necessariamente nesta ordem!). Mas ao fim, só ficou o sentimento de que valeu a pena, e valeu DEMAIS. Quem for a Oahu, não deixe de conferir. Também não deixe de conhecer o site unrealhawaii.com, guia de muitas aventuras nas duas viagens que fiz ao Hawaii e dono de fotos belíssimas!

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Ops!

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No mais, divirtam-se! Natureza e esporte são a combinação perfeita pra isso.

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Beijos!

Hiking no Havaí: Koko Crater Stairs

Sim, eu voltei ao Hawaii! E dessa vez levei a família inteira junto, inclusive o namorado. Só não foi melhor porque tivemos que voltar. Foram apenas 14 dias no paraíso, então não pudemos fazer tantas trilhas como gostaríamos, mas com certeza as únicas 2 que fizemos (além da boa e velha Pillbox de Lanikai, que já falei aqui) valeram muitíssimo a pena.

Vou começar falando do hiking mais cansativo de todos, a Koko Crater Stairs. Não tem muita trilha, pedras ou escaladas, é “só” escada de cima a baixo. São 1048 degraus no que pertencia a uma antiga linha de trem levando ao topo da cratera de Koko Head, formada por um vulcão inativo.

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Início da escada

Os degraus variam de altura e ângulo de inclinação, tudo ficando cada vez mais difícil e, como se não bastasse, há um trecho onde a escada não possui solo, somente as tiras de madeira e um vão embaixo – daqueles que você prefere nem olhar!

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A parte onde falta chão (em todos os sentidos!)

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Agora, o fim da escada!

Resumindo, cansa, e muito. Mas a vista, como sempre, é a melhor recompensa! Do topo da montanha tem-se uma visão de 360º das praias e baías de Oahu, as cidades, o mar e as ilhas menorzinhas perto da costa, é muito lindo de se ver.

DCIM110GOPRO DCIM110GOPROChegamos exaustos, mas muuuito felizes! 🙂 É muito gostoso saber que você conseguiu subir tudo aquilo. Mas, cuidado. Se você não tem algum preparo físico, pode ser perigoso passar mal no meio da caminho, já que não existe quase nenhuma sombra e pouco espaço na lateral da escada.

No mais, encha uma garrafa de água e prepare as pernocas, porque elas vão trabalhar um “bucado”!

Beijos e boas aventuras!

PS.: O short e o top são da @fitboxjp, uma loja super legal de moda fitness aqui em João Pessoa, tudo lindo e veste mega bem. Fica na Av. João Câncio, em Manaíra e o WA delas é (83) 9827-0390.

Piscinas Naturais do Seixas

Dia desses fiz um passeio sensacional com a minha família e, como tem tudo a ver com a proposta de qualidade de vida do blog, resolvi compartilhar.

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As Piscinas Naturais do Seixas ficam no meio do mar, entre a Praia do Seixas e a Praia da Penha, de onde sai o passeio de catamarã oferecido pelo guia turístico Léo – ele é, pelo menos por enquanto, o único a oferecer esse passeio por lá (083 9982-2983). Não consegui saber a exata distância da praia até os corais, mas o translado foi bem rápido e achei surpreendentemente mais perto do que imaginava. Fiquei morrendo de vontade de repetir o caminho, só que usando um SUP ou caiaque!

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O único esforço físico desse passeio é a brincadeira de snorkel. Dependendo da maré, os corais ficam completamente descobertos e a paisagem fica ainda mais bonita. Pena que fomos numa maré 0.8, então não estava tão bonito quanto nos dias de maré abaixo de 0.5. #ficaadica A vida marinha também não deixa a desejar, indo um pouco mais pra longe de onde fica todo pessoal do barco, você consegue ver cardumes coloridos e até peixes maiorzinhos, numa água extremamente cristalina.

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O catamarã oferece bóias-macarrão, possui bar com espetinhos e bebidas, além de banheiro e aluguel de snorkel, e o passeio todo dura de 2:00h a 2:30h, dá pra curtir bastante o lugar. O horário de saída, no entanto, depende da hora da maré. É preciso se informar com o guia primeiro sobre isso.

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Resumindo, é só diversão! Se você não é de João Pessoa, é ponto turístico obrigatório. Se você é, torna-se mais obrigatório ainda! kkk

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Lembrando que eles não exigem que ninguém saiba nadar, mas é realmente recomendado. Mesmo com as bóias e o apoio do barco, cuidados extras com crianças e pessoas sem instrução de natação são super necessários!

No mais, basta relaxar e curtir essa demonstração de amor da natureza, retribuindo o carinho sem poluir nem danificar os corais. 🙂

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Beijo e divirtam-se!

Vá de caiaque: Areia Vermelha

Pra quem não conhece, Areia Vermelha é uma pequena ilha que se forma em frente a Praia de Camboinha sempre que a maré está baixa. Tem esse nome pelo tom alaranjado da areia que aparece no meio no mar, há 200m da praia. Nos dias de maré mais seca, dá pra ir andando até lá, embora não seja muito recomendado, já que a dificuldade da volta será obviamente maior com o mar mais cheio.

O lugar é, sem dúvidas, um deleite para vista. A água transparente e os corais formam uma paisagem linda e é ponto turístico certo da nossa cidade. Nos fins de semana – principalmente no verão -, a ilhota fica lotada de pessoas, lanchas, jet-skis e barcos de passeio. Minha dica é: desligue o motor e use a energia do seu corpo para chegar até lá. Fizemos a experiência e valeu muito a pena!

DCIM106GOPRO DCIM106GOPROEsse caiaque era de um amigo, saímos do V2 Ponta de Campina e fomos remando até lá, o que ficou mais distante que sair de Camboinha, mas ainda muito tranquilo. Se você alugar o caiaque no Lovina Adventure, sai um pouco mais perto.

O passeio é bem light. Mesmo com a maré enchendo, o mar não fica tão mexido e a correnteza ainda ajuda na hora de voltar. Só preste atenção para não ir em dias com muuuito vento, pode atrapalhar um pouquinho. No mais, é só remar e se deliciar no azul do mar. 🙂

DCIM106GOPRO DCIM107GOPROAh, e só se aventure assim se souber nadar, hein? Imprevistos acontecem e é sempre bom ter em mãos um colete salva-vidas (não, infelizmente a gente não tinha.. meu salva-vidas era o namorado nadador! Hahaha).

DCIM107GOPROMeu beijo e bora remar! ;*

Confra do bem

Post atrasado, mas que não podia deixar de fazer. A prova de que dá pra confraternizar sem enfiar o pé na jaca: Confraternização Assessoria Tarso Matos. Gente, foi uma delícia!

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Às 6h da manhã começava uma corrida, nos percuros de 7km ou 14km. A maioria optou pelos 7km, pra não chegar tão cansado na melhor parte: o café da manhã! Kkk Já antes das 7h, o Açaí da Praia, em Manaíra, estava lotado de gente comemorando a vida saudável. Teve picolé Naturalle (sem corante nem aromatizante, com baixíssimo valor calórico!), suco da polpa Pé de Fruta (uma delíciaaaa), mesa de salgados e doces, mesa de açaí.. Tudo muito gostoso e feito com o maior carinho.

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Pra quem não conhece, a Assessoria Tarso Matos trabalha com acompanhamento nas áreas de natação, corrida e ciclismo, além do circuito funcional na areia da praia que eu, particularmente, adoro. Os pacotes variam de preço e você ainda ganha desconto se fizer parte da Unidade Fun de treinamento funcional. Tarso é um entusiasta do esporte na cidade, ele e todos os instrutores equipe te estimulam sempre a melhorar – tanto que muitos atletas campeões são treinados por lá!

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A equipe mais top da cidade!

Mais cliques do evento:

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Se você está procurando algo novo para mexer o corpo em 2015, essa é minha dica.

Beijo, galera! Bora Treinar!

Vá de bike: Estação Ciência

Fazia um bom tempo que eu e o meu namorado combinávamos de pedalar até a Estação Cabo Branco para ver o sol se por, mas toda vez a cor do céu ia ficando tão linda a cada minuto, que era irresistível parar para tirar umas fotinhas! Acabava que escurecia ainda no meio do caminho e voltámos pra casa sem o destino final…

Mas dessa vez, não. Nos restringimos a apenas acompanhar o espetáculo de cores ao nosso lado e seguimos em frente até o show final, o mirante da Estação Ciência. Eu já tinha ido fazer aula de yoga algumas vezes no lugar, mas nunca tinha subido para olhar a vista lá de cima e, tenho que admitir, foi um erro enorme! Nossa, como é lindo!

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O pedal até lá é uma delícia e, se você sair cedinho, dá sim para ir curtindo e parando na calçadinha algumas vezes, afinal a maior beleza dessa cidade são mesmo as nossas praias! ❤ Saindo do Mag Shopping (onde, infelizmente, ainda não há ciclovia), dá um total de 8km até a Estação. Pedalar em Manaíra é meio chato, o trânsito é intenso e não há muita educação nas ruas. Mas, já pertinho do Hotel Tambaú, começa a ciclovia que vai paralela à calçada e depois por entre as árvores na areia – minha parte favorita! – e aí é só alegria!

Na subida da ladeira do Cabo Branco, a alegria perde um pouco as forças né? Kkk Mas passa rapidinho, vale a pena. Mantenha-se na ciclovia do asfalto e entre na Estação pela passagem de carros – o acesso de bike dentro da área não é permitido. Há um suporte para deixar as bicicletas logo no comecinho e, graças a Deus, os guardas ficam bem perto. Depois, vá passear! Sempre há exposições interessantíssimas por lá e, quando fomos, fiquei particularmente encantada com as fotografias da ÁFRICA, por Cássio Nogueira. Muito muito muito amor por essa forma de retratar a vida, saí de lá tão cheia de paz que quase não tinha pique pra voltar pedalando! Mas a volta é super easy. Aproveite para tomar uma água de coco na praia. 😉

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Não vi nem fui informada sobre nenhuma proibição de tirar fotos aí dentro, então se alguém souber a respeito, me fala! 🙂

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Olha a árvore de Natal!

Nos finais de semana, o fluxo de pessoa é bem maior, portanto deixo aqui o meu apelo: Gente, do mesmo jeito que rua é lugar de carro e a gente não pode sair atravessando feito louco, ciclovia é lugar de ciclista, abrangendo skatistas, patinadores.. E isso já é bastante gente num espaço bem pequeno, então se você quer correr ou caminhar, vá para calçada, que é lugar de pedestre. 🙂 Eu sei que correr à noite na calçadinha é complicado, eu já tentei e desisti de tão difícil que foi manter o ritmo. Então, é até aceitável que se tome emprestado um espacinho da ciclovia para isso, no entanto tenha consciência de que aquele espaço não é só seu e pode atrapalhar SIM os demais, ou seja, é preciso bom senso. Mas caminhar.. é desnecessário. #cadênoção?

Tirando esses mini perrengues que a gente passa no caminho e faz parte da “aventura”, o passeio é uma delícia! Experimente, tente deixar o carro em casa dessa vez, use sua própria energia como combustível e vá de bike. 😉

Meu beijo!

Corrida colorida!

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Se você corre, com certeza já participou ou já ouviu falar sobre esse tipo de corrida e morre de vontade de participar – como eu! É conhecida como “os 5km mais coloridos do planeta” e celebra a saúde, a felicidade e a caridade, incentivando o esporte, colorindo seu dia e ajudando instituições de caridade locais.

Consiste literalmente numa “corrida colorida”. A organização sugere que você use roupa branca e, a cada quilômetro, um pó colorido ecológico é jogado nos participante até a chegada, onde todas as cores são espalhadas de um vez só, deixando todo mundo pintado dos pés a cabeça.

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Mas talvez o mais legal mesmo seja o fato de que a corrida não tem restrições para se inscrever, ela tem reunido famílias inteiras, crianças, idosos e até cachorrinhos ao redor do mundo. Ou seja, é uma grande brincadeira, com direito a DJ e saquinhos de cor para cada participante.

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No Brasil, o site com as informações é br.runordye.com e dá pra se inscrever na cidade que quiser online. A de João Pessoa é dia 07 de dezembro e custa R$65,00. Olha só alguns registros:

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Mais um pouco do gostinho dessa corrida incrível:

E aí, quem vai? #eueueueueueueu

Curto Circuito Tarso Matos

Quem me acompanha no instagram (@amandadutras), viu que no sábado 11/out eu participei de um circuito bem diferente. Era o primeiro Curto Circuito da Assessoria Tarso Matos na praia!

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Consistia numa competição, com 6 exercícios feitos separadamente: cada participante fazia o exercício e esperava enquanto os demais faziam. No fim de cada etapa, o tempo era registrado e depois de todos completarem o circuito, era feita e soma e vencia quem tivesse obtido o menor tempo total.

Mulheres e homens competiam separadamente, com pesos equivalentes (graças a Deus!).

Mas o legal mesmo foi o movimento. Começamos a prova embaixo de chuva, no friozinho das 6:30h da manhã, e mesmo assim com a maior animação! O som tocando e a torcida na calçadinha eram um gás à parte.

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Não tivemos chance de fotografar todos os exercícios e a maioria das fotos que peguei foram em tamanho reduzido, mas vou descrevé-los aqui:

1. Saltos com obstáculos. Eram 25 saltos sobre canos, de frente, com as pernas juntas.

2. Corda com peso. Dentro de uma área delimitada por 2 cones, tínhamos que pegar na ponta de corda, correr até o outro extremo e, chegando lá, puxá-la com o que estava na sua ponta. Isso 4 vezes.

3. Arremesso. Outra área (bem menor) era delimitada por 2 cones e tínhamos que jogar um peso à partir de um limite até o outro, correr até ele, pegá-lo e jogá-lo de volta. 18 vezes.

4. Marreta. Eram 30 marretadas no pneu, mas só contavam aquelas feitas de acordo com as instruções, com a marreta partindo de trás da cabeça.

5. Pneu. Levantar e empurrar o pneu para frente, com foco no agachamento. Salvo engano, 8 vezes.

6. Corrida. Era um percurso de mais ou menos 600m, na areia fofa.

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No fim das contas, fiquei com a 3ª posição, atrás da 2ª por um mísero segundo 😦 kkk E ganhei uma super avaliação física da De Leve (assim que fizer, falo dela por aqui!) + um shortinho de corrida lindo da Sport Life! O 1º e o 2º lugar ficaram com Raíssa e Mayara, respectivamente, que dão um show de disposição.

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Valeu demais ter madrugado em pleno sábado pra se divertir com essa galera!

Meu beijo e vamo treinar!

Rapel na Pedra da Boca

Até que enfim um “passeio fit” que não é no outro lado do mundo né?

O Parque Estadual da Pedra da Boca fica no município de Araruna – PB, divisa com o Rio Grande do Norte, e é conhecido pelo turismo de aventura. Visita obrigatória para quem curte esportes verticais, a pedra tem esse nome devido a uma cavidade na sua formação rochosa, que dizem se parecer bastante com uma boca aberta.

No Parque, há uma grande diversidade de trilhas, lugares para rapel e para escadala, de acordo com a resistência física e o tempo disponível do visitante. Nosso guia e instrutor, Julio, nos levou por uma trilha bem legal até uma pedra de altura mediana, para descer de rapel. A caminhada começava tranquila, depois passava por algumas cavernas onde tínhamos que nos contorcer para atravessar pequenos espaços, mas nada perigoso, tudo muito divertido!

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Juro que olhei e achei que fosse fisicamente impossível. Mas taí! A camisa suada e a perna suja de terra são um charme à parte.

20131012_143207 DSC037972O Julio é presidente da Associação Paraibana de Escalada, conhece como ninguém os paredões e foi responsável pela abertura de inúmeras vias de escalada. Foi ele quem nos guiou e deu todas as instruções necessárias para o rapel (quem quiser contacta-lo: http://castelliano.wix.com/pedradaboca #recomendadíssimo). Ficamos impressionados com a habilidade e naturalidade dele nas pedras mais íngremes, parecia estar na própria casa!

Eu e nosso guia Julio

Olha o Julio aí!

Então, a melhor parte: descer! Na verdade, a descida de rapel é tão legal que ficamos subindo e descendo várias vezes. Os primeiros metros eram meio que na diagonal – muito bom pra se acostumar com a técnica, depois descíamos totalmente na vertical, emocionante! Teve gente do nosso grupo que hesitou um pouco, disse ter medo de altura, medo da corda, medo de não conseguir.. mas todo mundo terminou se rendendo e adorou, foi unânime!

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Mini escalada pra chegar no todo da pedra

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Aquela foto que faz sua mãe pirar! kkk

Eu e Keyla, time das meninas deu show no rapel!

Eu e Keyla, time das meninas deu show no rapel!

Primeira parte da descida

Primeira parte da descida

Início da parte reta!

Início da parte reta!

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Keyla e Paulinho, Eu e Erick, casais adventure!

20131012_162524Que a energia é boa já deu pra notar, mas é bom enfatizar também todos os benefícios físicos dessa aventura. O rapel desenvolve a força muscular do corpo todo, melhora o senso de equilíbrio e a coordenação motora, mantém o poder de concentração aguçado e ainda trabalha a flexibilidade e elasticidade. Isso tudo sem falar que, como toda atividade aeróbica, melhora a resistência em geral.

A prática de esportes de aventura têm, ainda, grande vantagem mental. Com toda essa adrenalina e contato com a natureza, o stress acaba passando longe do seu dia-a-dia.

No site que mencionei, tem todas as informações necessárias, inclusive de hospedagem e alimentação. Faça uma visita, você não vai se arrepender. Eu não vejo a hora de voltar lá e arriscar uma pedra mais alta! 🙂

Meu beijo e boas aventuras!

Correndo nas trilhas

Correr é uma delícia. Seja na areia, no asfalto, na esteira.. Mas correr em trilha, não dá pra negar, tem um tempero especial. Além de toda atmosfera de natureza que tira seu foco do cansaço e te leva a relaxar mesmo suando, a diferença de terreno é extremamente estimulante. O provável é que ele mude várias vezes dentro de uma trilha só! Da lama até a pedra, passando pela areia e pela terra seca, a transformação quase sempre inclui boas subidas e descidas. Ou seja, passa longe de ser algo entediante.

Nos meus últimos dias no Hawaii, experimentei uma corrida na trilha. O percurso de, em média, 5 milhas (ou 8km), foi no meio da Floresta de Maunawili – que já falei aqui no blog – todo entre árvores, terra, pedras, riachos e penhascos – lindo de ver, exaustivo de correr, mas valeu muito a pena. Não era tão cheia de lama quanto a última trilha que havia feito por lá, mas em certo ponto, as trilhas se cruzavam e tinha como continuar correndo em direção a cachoeira, no meio do lamaceiro. Graças a Deus, não era nossa intenção, então continuamos pelo solo mais seco.

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A vista no começo da trilha

Fui com meu irmão, um casal de amigos e uma integrante do grupo H.U.R.T. (Hawaiian Ultra Running Team), uma equipe que treina para ultramaratonas e trilhas no Hawaii, ela tem por volta dos 60 anos e, tenho que admitir, me humilhou bonito na disposição. A ideia era, inclusive, fazer 7 milhas, mas com tanta descida, subida, lama, pedra e medo de cair, eu tive que desistir antes disso, faltou fôlego. Mas tudo bem, continuo “correndo atrás”.

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Selfie time!

A verdade é que correr em trilhas não faz só diferença na sua mente, exige mais de todo seu corpo, até mesmo cuidados específicos com ele. Pensando nisso, aqui vão algumas dicas que recebi por lá e acredito serem realmente úteis.

1. Em primeiro lugar, não se recomenda correr sozinho. As chances de se torcer o pé, escorregar ladeira abaixo ou se perder no meio do caminho são maiores do que se imagina. Levar o celular poder ser uma boa também, mas, dependendo da trilha, é bem provável que não haja sequer sinal. Portanto, prefira ir acompanhado de qualquer forma.

2. Leve água. Eu sei que a água é essencial em todo tipo de corrida, mas é sempre bom lembrar, principalmente se tiver como levá-la sem comprometer o uso das mãos.

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Existe uma infinidade de cintos como esse para carregar água e até comidinhas. Fotoreprodução: http://blog.altrazerodrop.com/

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O camelback é essa mochilinha com uma bolsa interna para líquidos, super prática para longas corridas! Fotoreprodução: http://gearjunkie.com/

3. Em algum casos, é inevitável se apoiar em troncos, árvores e galhos, ou até subir em pedras mais íngremes. Por isso, além de evitar levar a garrafinha d’água na mão, o uso de luvas também poder ajudar bastante.

4. Por fim, o mais importante: tenha um treino específico para trilhas. Inclua subidas de diferentes dificuldades, treinos de fartlek para se habituar às mudanças de ritmo e uma preparação especial dos músculos para equilíbrio. E, principalmente, procure um profissional para te instruir nisso tudo.

Em resumo, tome todos os cuidados e vá correr!

Abaixo, mais algumas fotos da trilha que fiz em Maunawili, na ilha de Oahu, Hawaii.

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Viva à liberdade de escolha!

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Início da trilha

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Sempre tem quem desista dos sapatos no meio do caminho!

Chuveirinho de uma caixa d´água no meio da trilha

Chuveirinho de uma caixa d´água no meio da trilha

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O irmão mais paciente do mundo em ter me acompanhado morta de cansada!

Beijo e vamo correr!