#sporttips

“O melhor tênis de todos os tempos”

É assim que a Adidas define o seu mais novo lançamento em tênis de corrida: o Ultra Boost, desenvolvido com a tecnologia ARAMIS, utilizada pela Nasa e pela BMW nos testes de colisão, vibração e estudos de durabilidade. O tênis possui 20% a mais de amortecimento BOOST™ do que o modelo anterior, o Energy BOOST, e ainda possui o maior retorno de energia do mercado de corridas.

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A tecnologia PRIMEKNIT, criada para oferecer mais conforto, suporte e estilo, também está presente no calçado. Já muito utilizada nas chuteiras da marca, ajuda na elasticidade do cabedal. O que significa que o comprimento do pé do corredor pode se expandir em 10mm ou mais durante a corrida!

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Outros artifícios de alta tecnologia do Ultra BOOST são a sola Stretch Web, que se adapta e se estica de acordo com a pisada e o movimento do seu pé e o TORSION® SYSTEM, para movimento independente do calcanhar à ponta do pé.

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O lançamento mundial aconteceu no centro frenético de New York, a Wall Street, com a presença de jornalistas, corredores e blogueiros fitness de todo mundo (inclusive a Gabriela Pugliesi e o ex-bbb Jonas #tivequepesquisaronomedorapaz), que, assim que receberam os tênis, já os puseram nos pés e elogiaram de cara a leveza e elasticidade do produto.

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Foto: instagram @gabrielapugliesi

E tem mais! Tá rolando desafio no instagram da @adidasbrasil para quem postar a foto mais legal que responda a pergunta: “De onde você tira sua energia para correr?”, ganhando um Ultra Boost novinho pra sair correndo por aí. O resultado sai no insta deles no dia 05/02. Quem topa?

Pra quem não tiver essa sorte, a venda estará aberta a partir de fevereiro no site adidas.com.br.

Fica a dica para os corredores de plantão! 😉

Beijo

Confra do bem

Post atrasado, mas que não podia deixar de fazer. A prova de que dá pra confraternizar sem enfiar o pé na jaca: Confraternização Assessoria Tarso Matos. Gente, foi uma delícia!

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Às 6h da manhã começava uma corrida, nos percuros de 7km ou 14km. A maioria optou pelos 7km, pra não chegar tão cansado na melhor parte: o café da manhã! Kkk Já antes das 7h, o Açaí da Praia, em Manaíra, estava lotado de gente comemorando a vida saudável. Teve picolé Naturalle (sem corante nem aromatizante, com baixíssimo valor calórico!), suco da polpa Pé de Fruta (uma delíciaaaa), mesa de salgados e doces, mesa de açaí.. Tudo muito gostoso e feito com o maior carinho.

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Pra quem não conhece, a Assessoria Tarso Matos trabalha com acompanhamento nas áreas de natação, corrida e ciclismo, além do circuito funcional na areia da praia que eu, particularmente, adoro. Os pacotes variam de preço e você ainda ganha desconto se fizer parte da Unidade Fun de treinamento funcional. Tarso é um entusiasta do esporte na cidade, ele e todos os instrutores equipe te estimulam sempre a melhorar – tanto que muitos atletas campeões são treinados por lá!

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A equipe mais top da cidade!

Mais cliques do evento:

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Se você está procurando algo novo para mexer o corpo em 2015, essa é minha dica.

Beijo, galera! Bora Treinar!

Vá de bike: Estação Ciência

Fazia um bom tempo que eu e o meu namorado combinávamos de pedalar até a Estação Cabo Branco para ver o sol se por, mas toda vez a cor do céu ia ficando tão linda a cada minuto, que era irresistível parar para tirar umas fotinhas! Acabava que escurecia ainda no meio do caminho e voltámos pra casa sem o destino final…

Mas dessa vez, não. Nos restringimos a apenas acompanhar o espetáculo de cores ao nosso lado e seguimos em frente até o show final, o mirante da Estação Ciência. Eu já tinha ido fazer aula de yoga algumas vezes no lugar, mas nunca tinha subido para olhar a vista lá de cima e, tenho que admitir, foi um erro enorme! Nossa, como é lindo!

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O pedal até lá é uma delícia e, se você sair cedinho, dá sim para ir curtindo e parando na calçadinha algumas vezes, afinal a maior beleza dessa cidade são mesmo as nossas praias! ❤ Saindo do Mag Shopping (onde, infelizmente, ainda não há ciclovia), dá um total de 8km até a Estação. Pedalar em Manaíra é meio chato, o trânsito é intenso e não há muita educação nas ruas. Mas, já pertinho do Hotel Tambaú, começa a ciclovia que vai paralela à calçada e depois por entre as árvores na areia – minha parte favorita! – e aí é só alegria!

Na subida da ladeira do Cabo Branco, a alegria perde um pouco as forças né? Kkk Mas passa rapidinho, vale a pena. Mantenha-se na ciclovia do asfalto e entre na Estação pela passagem de carros – o acesso de bike dentro da área não é permitido. Há um suporte para deixar as bicicletas logo no comecinho e, graças a Deus, os guardas ficam bem perto. Depois, vá passear! Sempre há exposições interessantíssimas por lá e, quando fomos, fiquei particularmente encantada com as fotografias da ÁFRICA, por Cássio Nogueira. Muito muito muito amor por essa forma de retratar a vida, saí de lá tão cheia de paz que quase não tinha pique pra voltar pedalando! Mas a volta é super easy. Aproveite para tomar uma água de coco na praia. 😉

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Não vi nem fui informada sobre nenhuma proibição de tirar fotos aí dentro, então se alguém souber a respeito, me fala! 🙂

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Olha a árvore de Natal!

Nos finais de semana, o fluxo de pessoa é bem maior, portanto deixo aqui o meu apelo: Gente, do mesmo jeito que rua é lugar de carro e a gente não pode sair atravessando feito louco, ciclovia é lugar de ciclista, abrangendo skatistas, patinadores.. E isso já é bastante gente num espaço bem pequeno, então se você quer correr ou caminhar, vá para calçada, que é lugar de pedestre. 🙂 Eu sei que correr à noite na calçadinha é complicado, eu já tentei e desisti de tão difícil que foi manter o ritmo. Então, é até aceitável que se tome emprestado um espacinho da ciclovia para isso, no entanto tenha consciência de que aquele espaço não é só seu e pode atrapalhar SIM os demais, ou seja, é preciso bom senso. Mas caminhar.. é desnecessário. #cadênoção?

Tirando esses mini perrengues que a gente passa no caminho e faz parte da “aventura”, o passeio é uma delícia! Experimente, tente deixar o carro em casa dessa vez, use sua própria energia como combustível e vá de bike. 😉

Meu beijo!

A Festa do Esporte

A gente sabe o quanto é difícil se viver de esporte no nosso país, ainda que tenhamos tantos talentos circulando por aqui. Mesmo assim, eles conseguiram. Com o foco e a determinação que a maioria de nós nunca conheceu, eles chegaram lá. E ontem, no Rio de Janeiro, alguns deles tiveram seu esforço reconhecido e premiado, no Prêmio Brasil Olímpico, que acontece todo ano para homenagear os melhores atletas do Brasil nas modalidades olímpicas e paraolímpicas.

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Os apresentadores Fenanda Gentil e Otaviano Costa. Foto: http://globoesporte.globo.com/

Gustavo Kuerten, Daiane dos Santos, Hortência Marcari, César Cielo.. São alguns dos nomes que a gente se orgulha de pronunciar e já passaram por esse palco. Nesta última terça-feira 16, foi a vez de 3 novos nomes tomarem a cena: a dupla Martine Grael e Kahena Kunze e o ginasta Arthur Zanetti, que foram eleitos atletas do ano por um júri especializado, organizado pelo Comitê Olímpico Brasileiro.

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Os atletas do ano. Foto: http://globoesporte.globo.com/

E ainda, eleita pelo voto popular como “Atleta da Torcida”, a promessa (e fofa!) Flávia Saraiva, 15 anos, recebeu o prêmio das mãos da ex-ginasta Lais Souza, também bastante homenageada no evento, após quase 1 ano se recuperando do acidente.

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Laís Souza e Flávia Saraiva. Foto: http://globoesporte.globo.com/

Não menos importante, o Troféu Adhemar Ferreira da Silva, que pretigia os atletas incentivadores dos bons valores no esporte, ficou nas mãos de Vanderlei Cordeiro de Lima. Um acontecimento bem peculiar o levou a esse prêmio: ele liderava a Maratona dos Jogos de Atenas de 2004 quando, de repente, foi atacado por um fanático religioso irlandês no meio da prova. Só conseguiu voltar à prova com a ajuda de outros espectadores da corrida. Se atrasou, mas seguiu correndo e chegou em terceiro lugar, ainda com muita comemoração. Na época, foi aplaudido de pé no estádio e premiado pelo Comitê Olímpico Internacional com a medalha Pierre de Coubertin pelo espírito olímpico e postura esportiva. Alguém se lembra do episódio? Comoveu muita gente, orgulhou a todos nós.

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Outros esportistas foram campeões em suas modalidades, veja a lista divulgada pelo http://www.esporte.uol.com.br:

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Todos eles lutaram muito para alcançar cada vitória, lutaram contra os próprios limites físicos, contra os empecilhos burocráticos, contra as críticas e, principalmente, contra aquela vozinha interior que todos nós já ouvimos dizer: ‘mas será que eu consigo mesmo?’. Porque o esporte, seja ele qual for, faz nascer um lado guerreiro em todo ser humano, e nos prova algo de valia inestimável: todos somos capazes!

Por isso, PARABÉNS àqueles que se dedicam ao esporte brasileiro, que levantam nossa bandeira depois de uma competição suada e sofrida, e se mantêm de cabeça erguida e sorriso no rosto qualquer que seja o resultado, vocês são HERÓIS.

Beijo especial, cheio de alegria!

Se preparando para corrida

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É hoje! Meia Maratona Cabo Branco, quem vai?

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Começa às 16:30h de hoje (22/nov) uma das corridas mais importantes de João Pessoa, com percusos de 5k, 10k e 21km, e ainda tem gente se perguntando o que comer até lá.

Pensando nisso, falei com a nutricionista Aline Honor sobre a alimentação adequada e ela passa as seguintes dicas:

O almoço deve ser consumido 3-4hrs antes da prova, de preferência algo simples e sem novidades. As melhores opções são: grelhados, massa, arroz, batata, lentilha, feijão ou pão. O carboidrato é a fonte energética utilizada durante o exercício. E, para a sobremesa, vale uma fruta (destaque para a banana, a maçã, laranja e abacaxi) ou iogurte com aveia.

Meia hora antes da prova, uma barra pré-treino, um pão branco ou um gel já perto de começar a prova também são recomendados.

Durante a prova de 21km, é legal também a reposição de carboidrato, variando entre 30-60g por hora, sempre acompanhado de água.

O ideal é consumir entre 150 e 200ml de água a cada 10-20min para evitar a desidratação

Depois da corrida, a recuperação deve ser feita com carboidratos de alto índice glicêmico, uma boa proteína e, claro, MUITA ÁGUA (para cada kg de peso perdido, é necessário 1,5L de água nas próximas 6h).

No mais, descanse, relaxe, e vá correr! 🙂

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Foto do globoesporte.globo.com da Meia Maratona Cabo Branco de 2013

Meu beijo e boa prova a todos nós!

Corrida colorida!

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Se você corre, com certeza já participou ou já ouviu falar sobre esse tipo de corrida e morre de vontade de participar – como eu! É conhecida como “os 5km mais coloridos do planeta” e celebra a saúde, a felicidade e a caridade, incentivando o esporte, colorindo seu dia e ajudando instituições de caridade locais.

Consiste literalmente numa “corrida colorida”. A organização sugere que você use roupa branca e, a cada quilômetro, um pó colorido ecológico é jogado nos participante até a chegada, onde todas as cores são espalhadas de um vez só, deixando todo mundo pintado dos pés a cabeça.

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Mas talvez o mais legal mesmo seja o fato de que a corrida não tem restrições para se inscrever, ela tem reunido famílias inteiras, crianças, idosos e até cachorrinhos ao redor do mundo. Ou seja, é uma grande brincadeira, com direito a DJ e saquinhos de cor para cada participante.

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No Brasil, o site com as informações é br.runordye.com e dá pra se inscrever na cidade que quiser online. A de João Pessoa é dia 07 de dezembro e custa R$65,00. Olha só alguns registros:

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Mais um pouco do gostinho dessa corrida incrível:

E aí, quem vai? #eueueueueueueu

Curto Circuito Tarso Matos

Quem me acompanha no instagram (@amandadutras), viu que no sábado 11/out eu participei de um circuito bem diferente. Era o primeiro Curto Circuito da Assessoria Tarso Matos na praia!

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Consistia numa competição, com 6 exercícios feitos separadamente: cada participante fazia o exercício e esperava enquanto os demais faziam. No fim de cada etapa, o tempo era registrado e depois de todos completarem o circuito, era feita e soma e vencia quem tivesse obtido o menor tempo total.

Mulheres e homens competiam separadamente, com pesos equivalentes (graças a Deus!).

Mas o legal mesmo foi o movimento. Começamos a prova embaixo de chuva, no friozinho das 6:30h da manhã, e mesmo assim com a maior animação! O som tocando e a torcida na calçadinha eram um gás à parte.

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Não tivemos chance de fotografar todos os exercícios e a maioria das fotos que peguei foram em tamanho reduzido, mas vou descrevé-los aqui:

1. Saltos com obstáculos. Eram 25 saltos sobre canos, de frente, com as pernas juntas.

2. Corda com peso. Dentro de uma área delimitada por 2 cones, tínhamos que pegar na ponta de corda, correr até o outro extremo e, chegando lá, puxá-la com o que estava na sua ponta. Isso 4 vezes.

3. Arremesso. Outra área (bem menor) era delimitada por 2 cones e tínhamos que jogar um peso à partir de um limite até o outro, correr até ele, pegá-lo e jogá-lo de volta. 18 vezes.

4. Marreta. Eram 30 marretadas no pneu, mas só contavam aquelas feitas de acordo com as instruções, com a marreta partindo de trás da cabeça.

5. Pneu. Levantar e empurrar o pneu para frente, com foco no agachamento. Salvo engano, 8 vezes.

6. Corrida. Era um percurso de mais ou menos 600m, na areia fofa.

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No fim das contas, fiquei com a 3ª posição, atrás da 2ª por um mísero segundo 😦 kkk E ganhei uma super avaliação física da De Leve (assim que fizer, falo dela por aqui!) + um shortinho de corrida lindo da Sport Life! O 1º e o 2º lugar ficaram com Raíssa e Mayara, respectivamente, que dão um show de disposição.

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Valeu demais ter madrugado em pleno sábado pra se divertir com essa galera!

Meu beijo e vamo treinar!

Trilha sonora na corrida

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Você está correndo há quilômetros, cansado, com calor, desejando enlouquecidamente parar no passo seguinte. De repente, aquela música começa a tocar e, como mágica, você se sente disposto a correr uma maratona inteira! Já viveu essa cena?

Algumas pessoas se desconcentram com os fones de ouvido, outras fazem o percuso inteiro conversando para passar o tempo, e muita gente é praticamente ligada à energia da música. #tipoeu Mas, como tudo na vida, há quem defenda e quem condene o uso dos fones.

Alguns treinadores questionam a percepção do corredor quanto a sua respiração, já que não dá pra ouvir a inspiração e expiração, tornando difícil manter o controle sobre elas. Outros alertam a respeito dos corredores de rua: atenção no trânsito! É verdade que quanto mais alta a música, melhor a sensação, mas também fica mais impossível ouvir o tráfego ao seu redor. Então, se for correr na rua, diminua o volume, a saúde dos seus ouvidos e sua integridade física agradecem.

No lado dos defensores, porém, também não faltam argumentos. Em um estudo realizado em 2009 e publicado no Journal of Sport & Exercice Psycology, o pesquisador e treinador Costas Karageorghis demonstrou que a música certa pode fazer você “correr mais e melhor — o tempo passa mais rápido, você ganha ritmo, diminui sua percepção de cansaço e melhora o humor.”

Entre prós e contras, eis que o mesmo pesquisador estabeleceu uma relação entre os batimentos cardíacos e os batimentos da música, chegando a um cálculo que indica os valores mínimo e máximo de BPM (Batidas Por Minuto) que um som deve ter para “fazer efeito” sobre a nossa corrida: até 120bpm, nenhuma música vai fazer você acelerar o passo e, depois dos 150bpm, a performance se estabiliza.

Pensando nisso tudo e no quanto eu vivo procurando musiquinhas novas pra correr, resolvi compartilhar parte da minha playlist por aqui. 15 músicas com o BPM de cada uma pra ajudar a se basear melhor.

  • Afrojack feat. Shermanology – Can’t Stop Me    129.99bpm
  • Avicii – Wake Me Up    124.35bpm
  • Bob Sinclar feat. Pitbull, Dragonfly & Fatman Scoop – Rock The Boat    129,00bpm
  • Calvin Harris – Summer     127.99bpm
  • Calvin Harris feat. Ellie Goulding – I Need You Love    125.01bpm
  • Carly Rae Jepsen – Tonight I’m Getting Over You    125.89bpm
  • Foo Fighteres – Best Of You     130.96bpm
  • Icona Pop – I Love It    126.01bpm
  • One Republic – Couting Stars   121.97bpm
  • The Strokes – Reptilia    157.96bpm
  • Pitbull feat. Kesha – Timber    130.01bpm
  • John Newman – Love Me Again    126.41bpm
  • Pitbull feat. Christina Aguilera – Feel This Moment    136.07bpm
  • Avicii feat. Nicky Romero – I Could Be The One    128.00bpm
  • David Guetta feat. Snoop Dog – Sweat    130.00bpm

E se quiser saber o BPM das suas músicas também, outra dica: dá pra baixar grátis o MixMeister BPM Analyzer no computador (só encontrei versão pra Windows).

E aí é só apertar o play e sair correndo – com atenção!

Beijo e boa corrida!

Correndo nas trilhas

Correr é uma delícia. Seja na areia, no asfalto, na esteira.. Mas correr em trilha, não dá pra negar, tem um tempero especial. Além de toda atmosfera de natureza que tira seu foco do cansaço e te leva a relaxar mesmo suando, a diferença de terreno é extremamente estimulante. O provável é que ele mude várias vezes dentro de uma trilha só! Da lama até a pedra, passando pela areia e pela terra seca, a transformação quase sempre inclui boas subidas e descidas. Ou seja, passa longe de ser algo entediante.

Nos meus últimos dias no Hawaii, experimentei uma corrida na trilha. O percurso de, em média, 5 milhas (ou 8km), foi no meio da Floresta de Maunawili – que já falei aqui no blog – todo entre árvores, terra, pedras, riachos e penhascos – lindo de ver, exaustivo de correr, mas valeu muito a pena. Não era tão cheia de lama quanto a última trilha que havia feito por lá, mas em certo ponto, as trilhas se cruzavam e tinha como continuar correndo em direção a cachoeira, no meio do lamaceiro. Graças a Deus, não era nossa intenção, então continuamos pelo solo mais seco.

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A vista no começo da trilha

Fui com meu irmão, um casal de amigos e uma integrante do grupo H.U.R.T. (Hawaiian Ultra Running Team), uma equipe que treina para ultramaratonas e trilhas no Hawaii, ela tem por volta dos 60 anos e, tenho que admitir, me humilhou bonito na disposição. A ideia era, inclusive, fazer 7 milhas, mas com tanta descida, subida, lama, pedra e medo de cair, eu tive que desistir antes disso, faltou fôlego. Mas tudo bem, continuo “correndo atrás”.

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Selfie time!

A verdade é que correr em trilhas não faz só diferença na sua mente, exige mais de todo seu corpo, até mesmo cuidados específicos com ele. Pensando nisso, aqui vão algumas dicas que recebi por lá e acredito serem realmente úteis.

1. Em primeiro lugar, não se recomenda correr sozinho. As chances de se torcer o pé, escorregar ladeira abaixo ou se perder no meio do caminho são maiores do que se imagina. Levar o celular poder ser uma boa também, mas, dependendo da trilha, é bem provável que não haja sequer sinal. Portanto, prefira ir acompanhado de qualquer forma.

2. Leve água. Eu sei que a água é essencial em todo tipo de corrida, mas é sempre bom lembrar, principalmente se tiver como levá-la sem comprometer o uso das mãos.

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Existe uma infinidade de cintos como esse para carregar água e até comidinhas. Fotoreprodução: http://blog.altrazerodrop.com/

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O camelback é essa mochilinha com uma bolsa interna para líquidos, super prática para longas corridas! Fotoreprodução: http://gearjunkie.com/

3. Em algum casos, é inevitável se apoiar em troncos, árvores e galhos, ou até subir em pedras mais íngremes. Por isso, além de evitar levar a garrafinha d’água na mão, o uso de luvas também poder ajudar bastante.

4. Por fim, o mais importante: tenha um treino específico para trilhas. Inclua subidas de diferentes dificuldades, treinos de fartlek para se habituar às mudanças de ritmo e uma preparação especial dos músculos para equilíbrio. E, principalmente, procure um profissional para te instruir nisso tudo.

Em resumo, tome todos os cuidados e vá correr!

Abaixo, mais algumas fotos da trilha que fiz em Maunawili, na ilha de Oahu, Hawaii.

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Viva à liberdade de escolha!

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Início da trilha

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Sempre tem quem desista dos sapatos no meio do caminho!

Chuveirinho de uma caixa d´água no meio da trilha

Chuveirinho de uma caixa d´água no meio da trilha

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O irmão mais paciente do mundo em ter me acompanhado morta de cansada!

Beijo e vamo correr!

Hiking no Havaí: Maunawili Falls

Fiz um hiking tão legal e diferente essa semana, que não podia deixar de contar aqui! Mas antes, quero esclarecer uma coisa: o termo “hiking” nem sempre pressupõe escaladas ou subidas íngremes, pode se tratar tanto de uma caminhada ao ar livre quanto de uma trilha entre penhascos, é algo bem abrangente.

Nesse caso, não tinha muito o que escalar, as partes de subida podiam ser feitas sem a ajuda das mãos e não havia grandes perigos, a não ser um iminente: escorregar.

DCIM100GOPROMaunawili Falls é uma cachoeira no meio da floresta de Maunawili, nos arredores de Kailua. O clima é bem úmido, não chega vento e é todo sombrio, o que torna o terreno argiloso claramente inevitável, mas não tira a beleza da trilha em geral, que passa ao lado de riachos, sobe até um pico alto e ainda atravessa o rio.

Chegando de carro, a vista já é linda, com a estrada passando entre árvores grandes, cheia de verde, um charme à parte. Na chegada da trilha, há plaquinhas sinalizando o caminho a seguir, só dentro dela que fica um pouco mais confuso, mas nada que te deixe perdido no meio do mato. O legal é que tem sempre muita gente por lá, então, na dúvida, basta perguntar ou seguir o fluxo.

DCIM100GOPROEm resumo, a Maunawili Falls Trail é muita lama! Umas partes mais escorregadias, outras onde cobre-se até o tornozelo. Não dá pra ter apego ao tênis por lá, nem muito menos “nojinho” de nada, o negócio é procurar o lugar mais seguro pra pisar, independentemente se é uma poça de lama ou não (e esse “não” é bem raro). No começo, o medo de escorregar e cair de bunda é tão grande que você se move bem devagarinho, depois se acostuma, pega o jeito e fica se achando o super aventureiro (tá, pelos menos eu!).

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Eu e minha cunhada no meio do lamaçal

Em alguns momentos, caminha-se paralelo ao rio que desce da cachoeira, são os cantinhos mais bonitos e agradáveis. Te dá, também, alguma esperança de estar chegando perto, mas não, demora mais um pouco.

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DCIM100GOPROExiste, ainda, uma tentativa de escada feita pelo governo num parte do percurso, no intuito de facilitar a subida no meio da lama até a parte mais alta do hiking, de onde basta mais uma descidinha e finalmente, a cachoeira.

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Photo 09-07-14 11 26 49Muita gente vai pra só pra pular da cachoeira. Desde a pedra do meio, mais baixinha, até de um lugar bem alto, que nem dá pra ver daí de baixo – e para onde não é permitido subir, é bom destacar. A água não é muito bonita, mas o lugar é muito legal e vale pela diversão da trilha toda.

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Pulei! Hahaha

Testada e recomendada! Totalmente diferente das demais trilhas que fiz por aqui, e dificilmente vista como algo pra ser rotineiro, mas é uma experiência super bacana e não exige muito fisicamente. Você termina imunda, mas termina feliz!

Photo 09-07-14 13 33 01É isso. Um pouquinho do Hawaii sem sol e mar, mas que é a cara do havaiano.

Um beijo e boas trilhas!